Hong Kong Nunca Acaba – Nossa Despedida

9º Dia – Stanley, 05 de Fevereiro de 2014, Hong Kong.

Essa é a época mais fria de Hong Kong, onde os termômetros chegam a marcar até 5ºC. Apesar da semana antes de chegarmos ter sido congelante, com mínimas abaixo do previsto, durante nossa estadia não tivemos nenhum problema com o clima que um casaco simples e manteiga de cacau não pudessem resolver.

Naquele dia, porém, o frio estava um pouquinho mais congelante que o normal. Saímos bem agasalhados da nossa ilha rumo a um passeio bem tranquilo: Stanley Markets, um conjunto de lojas de rua (ok, camelódromo!) bem próximos à uma praia tranquila, com alguns restaurantes por perto… um lugar bem aprazível para passar a tarde.

Olha o tamanho das mochilas da criançada!

No caminho, vamos cruzando as típicas paisagens de Hong Kong que tanto nos surpreenderam. Os ônibus de dois andares, o corre-corre das ruas e a incrível modernidade da cidade em contraste com os costumes tradicionais: mesmo na construção dos maiores arranha-céus, por aqui usam andaimes de bambu!

Durante o trajeto até Stanley, vamos percorrendo de ônibus uma bonita estradinha, de mão dupla e bem apertada, como quase todas em Hong Kong. Ainda assim é bem segura, mesmo que a direção em mão inglesa pareça que estejamos sempre na contramão.

Ao chegar no destino, fomos percorrer os labirintos que as feirinhas por aqui fazem, com lojas vendendo de tudo. Não se pode tirar foto por conta dos “direitos autorais” dos produtos, artesanatos e souvenirs em geral. Claro que, pagando, o problema acaba.

Mais a frente, a orla de Stanley aparece, rodeada de prédios mais clássicos e repletos de restaurantes com comida ocidental. Não sabíamos, mas essa região atrai bastante expatriados.

A praia por aqui atrai surfistas e praticantes de windsurf, mas não atrai muitos banhistas – até mesmo pelo clima do dia. Seja como for, após conhecer as belas praias de Cheung Chau e Lamma Island, ficamos mal acostumados…

A maior concentração de gente fica por conta de Stanley Plaza, um centrinho onde há shoppings, mais restaurantes, templos e muito espaço para crianças brincarem com segurança. É um resumo de tudo que Hong Kong oferece em termos de qualidade de vida, postos ali em alguns metros quadrados, para a alegria dos turistas e moradores expatriados.

Com o dia indo embora, aproveitamos para dar uma passada pelos bairros de Causeway Bay e Wanchai e seus edifícios gigantes. Mais uma vez Hong Kong mostra suas paisagens incríveis, capaz de mesclar os mais altos prédios com uma natureza fascinante. Cada detalhe é tão bonito e tão bem pensado no cenário urbano, que preferimos gravar um vídeo ao invés de tirar fotos. Em breve a gente divulga.

Seguimos para Lamma Island, onde estamos hospedados, mas não sem antes fazer umas comprinhas no mercado. Queríamos fazer uma surpresa para Reuben, nosso anfitrião.

Terminamos a noite com um belo prato de arroz e feijão com frango e milho. Aliás, não vimos dificuldade alguma de encontrar os ingredientes por aqui.

Nosso último dia inteiro em Hong Kong terminava ali, e era difícil aceitar que deixaríamos aquele lugar apaixonante para trás. Mas um novo destino incrível e surpreendente nos aguardava: Macau!

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