Saúde

Nada é mais importante do que a nossa saúde. Não adianta termos todo o nosso planejamento financeiro e a bagagem completa e não conseguir completar a viagem por alguma doença que poderíamos ter evitado.

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Por isso, corremos atrás das informações sobre os perigos que encontraremos pelo caminho. Tomamos as vacinas necessárias, fizemos o seguro de saúde para viagem e… lá vamos nós!

Tudo começa no Cives (Centro de Informação em Saúde para Viajantes). Um serviço público incrível que facilita bastante a vida de quem vai viajar. Basicamente você marca uma consulta, apresenta o seu roteiro de viagem, e uma equipe médica especializada vai checar todo o seu itinerário e buscar meios de prevenir os possíveis problemas que poderão ocorrer durante o trajeto.

Afinal, ninguém quer encerrar a viagem mais cedo, tampouco levar doenças como souvenirs pra casa, não é?

Fizemos uma série de consultas com a competentíssima Dra. Káris Rodrigues, que nos explicou detalhadamente todos os riscos que corríamos, tomou nota dos remédios que tomamos e, por meio destas informações, nos encaminhou às vacinas necessárias.

Tomamos a vacina antirrábica (a humana, não aquela do seu cachorrinho!), a vacina contra Febre Amarela, a contra Tétano e Difteria, e as doses anti Hepatite A e B. Deveríamos ter tomado também a anti Febre Tifoide, mas está em falta no Brasil.

Fora isso, ficamos experts em marcas de repelentes (nunca pegamos dengue morando no Rio, imagina a vergonha de contrair a doença lá fora), além de remédios anti-enjoo, dores de cabeça e diarreia – contra os efeitos que infelizmente serão nossos companheiros de viagem nos mais diversos países e suas diferentes comidas e qualidade de água…

(Aliás, permitam-me abrir um parêntesis: A gente fala mal do Brasil e tal, dos péssimos serviços públicos oferecidos à população, principalmente no que se refere à saúde, mas… Não é que esse serviço de apoio ao viajante funciona DIREITINHO? Chega a ser até irônico, o fato de que as políticas públicas desse país enfim funcionam pra gente justamente quando estamos saindo dele, haha.)

Uma vez prevenidos, é hora de estarmos assegurados.

Por isso, corremos atrás de um bom seguro de saúde para viagens que cobrisse todas as exigências necessárias para entrar em alguns lugares. Na Europa, por exemplo, o seguro além de ser obrigatório, também precisa ter uma cobertura mínima de 30.000 euros.

Pesquisamos e achamos o excelente World Nomads, feito sob medida para viajantes como nós, que precisar de um serviço confiável para uma longa viagem. Esse seguro é muito bem falado na internet, inclusive por quem já fez uma viagem de volta ao mundo. Além do mais, é um dos poucos que oferece cobertura de 100% sobre todos os eventos, de assistência psicológica à translado de paciente, ou término de viagem prematura por morte de um dos viajantes (!) ou até mesmo parentes próximos (!!).

Não bastasse isso, o seguro ainda cobre a prática de esportes radicas. Uhuuuu. Não que a gente vá saltar de bungee jumping, mas vai que…? Além de tudo isso, apresenta um custo x benefício excelente. Se estiver pensando em contratá-lo, pesquise por “worldnomads discount coupon” no Google. É possível encontrar alguns códigos de desconto que garantem entre 5 a 10% de economia!

Claro, esperamos não ter que usá-lo nunca. Mas, como diz a propaganda, é bom ter.

Finalmente, é hora de torcer para que as imigrações dos aeroportos não impliquem com a pequena farmácia que estamos levando. Não queremos pegar nem resfriado 🙂

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